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	<title>São Paulo &#8211; Violão Mandrião</title>
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	<description>O ponto de encontro dos amantes do Violão</description>
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	<title>São Paulo &#8211; Violão Mandrião</title>
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		<title>O Violão no Período Colonial e no Império &#8211; III</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 00:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[HISTÓRIA DO VIOLÃO]]></category>
		<category><![CDATA[história do violão]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[O hábito e o gosto pela música paulistanos se faz sentir também no início do século XIX e, sempre presente]]></description>
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<p>O hábito e o gosto pela música paulistanos se faz sentir também no início do século XIX e, sempre presente com ele, o uso da guitarra. O viajante Beyer comentou em 1813 que “<em>o canto e a música eram talentos comuns, em que especialmente as mulheres revelaram muita graça e facilidade mostrando-se desembaraçadas na harpa, na guitarra e no piano</em>.” Já em 1815, início do vice reinado com Dom João VI, a viola possuía seis cordas como os atuais violões.  Novamente é manifesto a preferência da viola junto ao gosto da população. Outro viajante, Von Martius, comenta:  </p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“É aqui a viola, tanto quanto no sul da Europa, o instrumento favorito.”</em></p></blockquote>



<p>Podia observar, ao longo do século XIX, o uso do violão principalmente como acompanhados das cantorias do povo paulistano. Segundo Vieira Bueno, “<em>os roceiros estacionavam na rua das Casinhas para venderem as mercadorias de seus sítios e, à noite cantavam suas modinhas e batucavam a toque de viola”</em>.  </p>



<p>Como sempre, a música fazia-se ouvir por toda a cidade, desde os mercadores até mesmo nas procissões como das igrejas de São Bento e do Rosário dos Pretos, quando os escravos cantavam e dançavam os seus sambas, seus batuques e caiapós.  </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" src="https://violaomandriao.mus.br/wp-content/uploads/2020/12/largoSaoGoncalo.jpg"  alt="largoSaoGoncalo O Violão no Período Colonial e no Império - III"  class="wp-image-5971" width="598" height="419" srcset="https://violaomandriao.mus.br/wp-content/uploads/2020/12/largoSaoGoncalo.jpg 960w, https://violaomandriao.mus.br/wp-content/uploads/2020/12/largoSaoGoncalo-300x210.jpg 300w, https://violaomandriao.mus.br/wp-content/uploads/2020/12/largoSaoGoncalo-768x538.jpg 768w, https://violaomandriao.mus.br/wp-content/uploads/2020/12/largoSaoGoncalo-130x90.jpg 130w" sizes="(max-width: 598px) 100vw, 598px" /><figcaption>Largo de São Gonçalo (1887) &#8211; Atual Praça João Mendes</figcaption></figure></div>



<p>Além disso, após a inauguração da faculdade de Direito do Largo São Francisco, os estudantes praticavam suas serenatas nas noites de luar. Eram verdadeiros concertos realizados geralmente no Largo de São Gonçalo, onde famílias inteiras ficavam passeando pelo local ou se sentavam nas escadarias da igreja da Sé.</p>



<p>Segundo uma estatística de 1822, havia na cidade três violeiros &#8211; fabricantes de viola &#8211; e cinco músicos profissionais.  </p>



<p>Aos poucos a população da cidade foi sentindo a ausência de teatros para sua diversão. Com isso são fundados os teatros na cidade como o São José e a Casa da Ópera. Esses teatros, quando não possuíam artistas para se apresentarem eram entregues aos próprios estudantes para fazerem suas apresentações e festas.</p>
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		<title>O Violão no Período Colonial e no Império &#8211; II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[csantana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2020 16:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[HISTÓRIA DO VIOLÃO]]></category>
		<category><![CDATA[história do violão]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[A cidade de São Paulo mantém uma particularidade histórica em relação as demais capitais brasileiras. Devido a sua localização geográfica]]></description>
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<p>A cidade de São Paulo mantém uma particularidade histórica em relação as demais capitais brasileiras. Devido a sua localização geográfica e aos sucessivos ataques de indígenas à vila de Piratininga, São Paulo permanecerá durante quase dois séculos uma pequena vila de descendentes de portugueses e espanhóis esquecida do resto do país. As mercadorias trazidas da Metrópole eram difíceis de serem obtidas. Tecidos eram raros.</p>



<p> A maioria dos hábitos dos paulistanos era, em grande parte, contribuição dos indígenas. Com isso imaginamos que realmente o passatempo predileto e possível nesta vila fosse mesmo as cantorias. Ao longo do século XVIII, a vila de Piratininga foi quase dada como abandonada. Sua população decresceu em relação as demais vilas da capitania como Itú, Sorocaba e Taubaté. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large"><img  title="" decoding="async" width="528" height="304" src="https://violaomandriao.mus.br/wp-content/uploads/2020/11/sfrancisco_MilitaoAugustoAzevedo.jpg"  alt="sfrancisco_MilitaoAugustoAzevedo O Violão no Período Colonial e no Império - II"  class="wp-image-5957" srcset="https://violaomandriao.mus.br/wp-content/uploads/2020/11/sfrancisco_MilitaoAugustoAzevedo.jpg 528w, https://violaomandriao.mus.br/wp-content/uploads/2020/11/sfrancisco_MilitaoAugustoAzevedo-300x173.jpg 300w" sizes="(max-width: 528px) 100vw, 528px" /><figcaption>Largo São Francisco (foto de Militão Augusto de Azevedo &#8211; 1860)</figcaption></figure></div>



<p>Tal fato deveu-se ao movimento das Bandeiras. A maioria dos paulistanos se locomoviam ao interior do país em busca de escravos e posteriormente em busca de ouro e pedras preciosas. </p>



<p>São Paulo só voltará a crescer com a fundação do curso de direito no largo de São Francisco já no século XIX.</p>



<p>Ao longo destes três séculos é bem provável que a prática de cantar acompanhado da viola ou da guitarra se manteve presente no cotidiano da população. No entanto quase não existe registro desses instrumentos. Segundo a pesquisa realizada por Ernani Silva Bruno, Alcântara Machado &#8211; que pesquisou vários inventários do período colonial de São Paulo &#8211; achou pouquíssimos instrumentos mencionados nos inventários. Segundo Bruno, ele encontrou somente seis violas de pinho do Reino, ‘com tastos de cordas’, uma guitarra, uma ‘harpa velha com sua chave’ e uma ‘citara com roda de rendas’.  </p>



<p>Acreditamos que a ausência desses instrumentos junto aos inventários paulistanos se dá através da provável doação desses instrumentos, ou seja, iam passando de mão em mão, de gerações a gerações. </p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="LABTRI FAUUSP | Largo São Francisco (1862-1887)" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/hLocFleh2tU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
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		<title>O Violão no Período Colonial e no Império &#8211; I</title>
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		<dc:creator><![CDATA[csantana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 00:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[HISTÓRIA DO VIOLÃO]]></category>
		<category><![CDATA[história do violão]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Em São Paulo, o provável surgimento do violão se deu junto com os jesuítas durante os primeiros anos da colonização.]]></description>
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<p>Em São Paulo, o provável surgimento do violão se deu junto com os jesuítas durante os primeiros anos da colonização. </p>



<p>Embora existam divergências quanto ao instrumento usado pelos jesuítas na sua catequização, acreditamos que esteve presente. Se não foi o único instrumento certamente fez parte da bagagem dos vários instrumentos trazidos pelos jesuítas. Conforme levantamento histórico realizado por José Ramos Tinhorão, <em>“todos os exemplos de cantigas urbanas entoadas a solo por aqueles inícios do século XVI revelam em comum o acompanhamento ao som de viola.</em>”  </p>



<p>Convém lembrar que, durante o século XVI, ainda não existia o violão propriamente dito, ou seja, como nós conhecemos hoje em dia. Naquela época seus ancestrais &#8211; a viola, a vihuela e o alaúde &#8211; eram os instrumentos mais populares. É dessa época também o surgimento de violas mais simples que seriam chamadas de “guitarras”. Essas guitarras que hoje chamamos de violão. Essa popularização se deu junto ao povo paulistano ao longo de todo os séculos XVI e XVII. Já no final do século XVI, quando Portugal passou para o domínio da Espanha, a cidade de São Paulo, está falando &#8211; ao lado da chamada ‘língua geral’, um português corrompido pelo castelhano. Segundo observou Rugendas quando da sua viagem à São Paulo, havia muita contribuição do sangue espanhol aos costumes da população da cidade. Entre eles a apreciação a música, a dança e a conversação. </p>



<p>Esta apreciação tornava o gostos paulistanos diferentes das demais cidades brasileiras. Já registrava-se naquela época o gosto pelos jogos nas maiores cidades como o Rio de Janeiro, Recife e Salvador.</p>
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